Em janeiro fiz uma viagem para Itália com o intuito de melhorar meu italiano. Dividi o quarto com uma menina de Porto Alegre chamada Alice, apesar de sermos muito diferentes, nós nos demos super bem. Certo dia da viagem, já havia passado mais ou menos uns 20 dias eu comecei a me sentir muito mal, pressão baixa, falta de ar e sentia que eu ia desmaiar, estava muito mau mesmo, nunca tinha me sentido assim. Esta amiga Alice percebeu que eu estava mau e me perguntou se eu sabia o que era Reiki. Eu nunca tinha nem ouvido falar, ela então perguntou se podia fazer comigo, como eu nem sabia o que era disse que sim. Ela pediu para eu me deitar na cama de barriga pra cima e tentar relaxar o máximo possível o meu corpo, ela então sem encostar , numa distancia de mais ou menos 2 cm da minha pele,colocou as mãos na minha cabeça e meio que “puxou” a energia ruim que estava me fazendo mal, e depois soltou em um tipo de arroto, eu não estava entendendo absolutamente nada. Ela foi fazendo isso em todo o meu corpo e eu ia me sentindo melhor cada vez mais. Quando ela acabou, sem ainda me explicar nada me disse que eu ia começar a chorar muito, que era normal e que eu ia melhorar ainda mais. Dito e feito, comecei a chorar e depois eu senti uma coisa indescritível, senti uma paz interior que eu nunca tinha sentido antes, senti meu corpo mais leve e totalmente pura, sem raiva, sem mágoa, era como se todos os sentimentos negativos tivessem ido embora. Eu fiquei chocada, nunca acreditei nesse negócio de energia, sempre achei que era loucura. Ela então me explicou que o Reiki é uma terapia física, emocional e espiritual que equilibra as energias do corpo, ela me contou também que fez um curso e desenvolveu esse dom de ser capaz de colher as energias negativas e joga-las “fora”.
Essa experiência, foi para mim uma experiência estética porque além de me ter feito mudar completamente de opinião sobre esse assunto e me ter feito olhar o mundo de outra forma, foi uma vivência difícil de contar em palavras, foi totalmente sensitiva e espiritual.

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